O movimento artístico chamado Abstracionismo foi uma tendência das artes plásticas desenvolvida no início do século XX na Alemanha. Surge com base nas experiências das vanguardas européias, que recusam a herança renascentista das academias de arte. As obras abandonam o compromisso de representar a realidade aparente, não reproduzem figuras nem retratam temas. O que importa são as formas e as cores da composição. Na escultura, os artistas trabalham principalmente o volume e a textura, explorando as possibilidades da tridimensionalidade do objeto. Há dois tipos de Abstracionismo: o informal (ou subjetivo), que busca o lirismo e privilegia as formas livres, e o geométrico (ou objetivo), de técnica mais rigorosa e sem a intenção de expressar sentimentos nem idéias.O Abstracionismo informal recebe influência do expressionismo e do cubismo. Os artistas deixam a perspectiva tradicional e criam as formas no ato da pintura. Linhas e cores são utilizadas para exprimir emoções. Em geral, vêem-se manchas e grafismos. Um dos principais nomes do Abstracionismo é Vassíli Kandínski (1866-1944), russo que vivia na Alemanha. Primeiro artista a definir sua arte como abstrata, ele leva o Expressionismo a essa nova tendência. Outro nome importante do Abstracionismo informal é o suíço Paul Klee (1879-1940).Após a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), influenciadas pelo Abstracionismo informal, surgem outras tendências artísticas, como o Expressionismo abstrato e o Abstracionismo gestual.No Abstracionismo geométrico, ao desenvolver pinturas, gravuras e peças de arte gráfica, os artistas exploram com rigor técnico as formas geométricas, sem a preocupação de transmitir idéias e sentimentos. Os principais iniciadores do Abstracionismo geométrico são o russo Malevitch (1878-1935) e o holandês Piet Mondrian (1872-1944). Com quadros em que figuras geométricas flutuam num espaço sem perspectiva, Malevitch inaugura o suprematismo (autonomia da forma), movimento derivado do Abstracionismo. A tela Quadrado Negro é um de seus marcos.Mondrian, que no início da década de 1910 estivera próximo dos cubistas, entre os anos 20 e 40 dedica-se a pintar telas apenas com linhas horizontais e verticais, com ângulos retos e com as três cores primárias (amarelo, azul e vermelho), além do preto e do branco. Para ele, essas formas seriam a essência dos objetos. O trabalho de Mondrian influencia diretamente a arte funcional desenvolvida pela Bauhaus. Do Abstracionismo geométrico derivam o Construtivismo, o Concretismo e o Minimalismo. Na escultura, destaca-se o belga Georges Vantongerloo (1886-1965).No Brasil, o Abstracionismo surge com ênfase em meados dos anos 50. O curso de gravação de Iberê Camargo (1914-1994) forma uma geração de gravuristas abstratos, na qual se destacam Antoni Babinski (1931-), Maria Bonomi (1935-) e Mário Gruber (1927-). Outros impulsos aparecem com a fundação dos museus de Arte Moderna de São Paulo (1948) e do Rio de Janeiro (1949) e com a criação da Bienal Internacional de São Paulo (1951). Entre os pioneiros da abstração no Brasil, destacam-se Antônio Bandeira (1922-1967), Cícero Dias (1908-) e Sheila Branningan (1914-). Posteriormente, artistas como Flávio Shiró (1928-), Manabu Mabe (1924-1997), Yolanda Mohalyi (1909-1978), Wega Nery (1912-), além de Iberê, praticam o Abstracionismo informal. O Abstracionismo geométrico, que se manifesta no Concretismo e no Neoconcretismo também nos anos 50, encontra praticantes em Tomie Ohtake (1913-), Fayga Ostrower (1920-), Arcângelo Ianelli (1922-) e Samson Flexor (1907-1971).
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Art Déco
O Art Déco é um movimento das artes decorativas cultivado pela sociedade de massa que influencia as artes plásticas e a arquitetura. Esse movimento surge na década de 20 e ganha força nos anos 30 na Europa e nas Américas, misturando os princípios do cubismo com elementos clássicos. Edifícios, esculturas, jóias, luminárias e móveis são geometrizados. Sem perder o requinte, os objetos adquirem decoração moderna. Mesmo quando feitos com bases simples, como concreto armado e compensado de madeira, ganham ornamentos de bronze, mármore, prata, marfim e de outros materiais nobres.O nome do movimento foi originado na Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas, realizada em Paris em 1925. Na mostra, obras de nus femininos, animais e folhagens são apresentadas em cores discretas, traços sintéticos, formas estilizadas ou geométricas. Muitas peças exibem marcas de civilizações antigas, como é o caso de uma escrivaninha de madeira laqueada, marfim e metal que reproduz um templo asteca.Ao lado de objetos industrializados, existem peças produzidas artesanalmente com um número limitado de cópias. Ao contrário do design criado pela Bauhaus no Art Déco não se exige funcionalidade. O estilo pode ser visto como uma tentativa de modernizar o Art Nouveau.O uso de materiais menos nobres - como os primeiros plásticos, concreto armado, compensado de madeira e aço tubular - e o início da produção em série contribuem para baixar o preço unitário das obras. É o caso das luminárias de vidro com esculturas de bronze vendidas em grandes lojas, criadas pelo francês René Lalique (1860-1945), um dos expoentes do movimento. Na arquitetura, as fachadas têm rigor geométrico e ritmo linear, com fortes elementos decorativos em materiais nobres. Dois exemplos são o Empire State e o Rockefeller Center, ambos em Nova York.Durante a II Guerra Mundial, o Art Déco sai de moda, mas, no fim da década de 60, colecionadores de todo o mundo voltam a se interessar pelo estilo.O Art Déco chega ao Brasil em 1929, com a construção do edifício A Noite, em Copacabana, na Zona Sul carioca. Alguns exemplos do estilo: o Cristo Redentor e a Estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro (RJ); o Elevador Lacerda, em Salvador (BA); e o viaduto do Chá, em São Paulo (SP). O movimento influencia ainda artistas como o escultor Vitor Brecheret (1894-1955), Vicente do Rego Monteiro (1899-1970), John Graz (1891-1980) e Regina Graz (1897-1973). Uma obra de Brecheret fortemente marcada pelo Art Déco é o Monumento às Bandeiras, na cidade de São Paulo.
Arte Bizantina
O Cristianismo não foi a única preocupação para o Império Romano nos primeiros séculos de nossa era. Por volta do século IV, começou a invasão dos povos bárbaros e que levou Constantino a transferir a capital do Império para Bizâncio, cidade grega, depois batizada por Constantinopla.A mudança da capital foi um golpe de misericórdia para a já enfraquecida Roma; facilitou a formação dos Reinos Bárbaros e possibilitou o aparecimento do primeiro estilo de arte cristã - Arte Bizantina.Graças a sua localização (Constantinopla) a Arte Bizantina sofreu influências de Roma, Grécia e do Oriente. A união de alguns elementos dessa cultura formou um estilo novo, rico tanto na técnica como na cor.A Arte Bizantina está dirigida pela religião; ao clero cabia, além das suas funções, organizar também as artes, tornando os artistas meros executores. O regime era teocrático e o imperador possuía poderes administrativos e espirituais; era o representante de Deus, tanto que se convencionou representá-lo com uma auréola sobre a cabeça, e, não raro encontrar um mosaico onde esteja juntamente com a esposa, ladeando a Virgem Maria e o Menino Jesus.O mosaico é expressão máxima da Arte Bizantina e não se destinava apenas a enfeitar as paredes e abóbadas, mas instruir os fiéis mostrando-lhes cenas da vida de Cristo, dos profetas e dos vários imperadores. Plasticamente, o mosaico bizantino em nada se assemelha aos mosaicos romanos; são confeccionados com técnicas diferentes e seguem convenções que regem inclusive os afrescos. Neles, por exemplo, as pessoas são representadas de frente e verticalizadas para criar certa espiritualidade; a perspectiva e o volume são ignorados e o dourado é demasiadamente utilizado devido à associação com maior bem existente na terra: o ouro.A arquitetura das igrejas foi a que recebeu maior atenção da Arte Bizantina, elas eram planejadas sobre uma base circular, octogonal ou quadrada imensas cúpulas, criando-se prédios enormes e espaçosos totalmente decorados.A Igreja de Santa Sofia (Sofia = Sabedoria), na hoje Istambul, foi um dos maiores triunfos da nova técnica bizantina, projetada pelos arquitetos Antêmio de Tralles e Isidoro de Mileto, ela possui uma cúpula de 55 metros apoiada em quatro arcos plenos. Tal método tornou a cúpula extremamente elevada, sugerindo, por associação à abóbada celeste, sentimentos de universalidade e poder absoluto. Apresenta pinturas nas paredes, colunas com capitel ricamente decorado com mosaicos e o chão de mármore polido.Toda essa atração por decoração aliada a prevenção que os cristãos tinham contra a estatuária que lembrava de imediato o paganismo romano, afasta o gosto pela forma e conseqüentemente a escultura não teve tanto destaque neste período.O que se encontra restringe-se a baixos relevos acoplados à decoração.A Arte Bizantina teve seu grande apogeu no século VI, durante o reinado do Imperador Justiniano. Porém, logo se sucedeu um período de crise chamado de Iconoclastia. Constituía na destruição de qualquer imagem santa devido ao conflito entre os imperadores e o clero.A Arte Bizantina não se extinguiu em 1453, pois, durante a segunda metade do século XV e boa parte do século XVI, a arte daquelas regiões onde ainda florescia a ortodoxia grega permaneceu dentro da Arte Bizantina. E essa arte extravasou em muito os limites territoriais do império, penetrando, por exemplo, nos países eslavos.
Arte Egípcia
Uma das principais civilizações da antiguidade foi a que se desenvolveu no Egito. Era uma civilização já bastante complexa em sua organização social e riquíssima em suas realizações culturais.Os egípcios acreditavam que depois da morte havia outra vida. Dessa forma todos os setores da sociedade e também a arte, eram voltados à religião e os preparativos para o "além da vida".O povo egípcio era culto, trabalhador e conhecedor das ciências exatas, da medicina, do artesanato, do cultivo da terra, etc.A civilização egípcia foi uma das principais civilizações da antiguidade, não é à toa que até os dias atuais suas misteriosas pirâmides são estudadas.Extremamente influenciados pela religião, os egípcios tiveram toda a vida, o universo, a organização social e política e a arte dominados pela religião.Além de crer em deuses, os egípcios acreditavam também numa vida após a morte muito mais importante do que a que eles viviam no presente.A arte egípcia esteve focada na glorificação dos deuses e do "rei" faraó que era divinizado, para o qual se erguiam templos e pirâmides monstruosas.A arte egípcia caracteriza-se a através dos seguintes aspectos:
Lei da frontalidade: a representação das figuras humanas seguem normas: a cabeça é mostrada de perfil, os olhos de frente, as pernas de perfil e o tronco de frente;
O tamanho das pessoas representadas varia de acordo com sua posição social. Ex:.o faraó é representado bem maior que sua esposa, vindo, em seguida o sacerdote, o escriba, os soldados e o povo;
As decorações são feitas com hieróglifos, pinturas e relevos;
As figuras representadas são rígidas, em absoluto repouso;
A pintura é harmoniosa, assim como a escultura, e a arquitetura. As figuras masculinas são pintadas em vermelho e as femininas em ocre;
São utilizadas formas piramidais e simétricas;
Na arquitetura destacam -se as construções dos grandes templos e tumbas.
As características gerais da arquitetura egípcia são:
Solidez e durabilidade;
Sentimento de eternidade;
Aspecto misterioso e impenetrável.
Os monumentos mais expressivos da arte egípcia são os túmulos e os templos. Divididos em três categorias:
Pirâmide - túmulo real, destinado ao faraó;
Mastaba - túmulo para a nobreza;
Hipogeu - túmulo destinado à gente do povo.
Os tipos de colunas dos templos egípcios são divididos conforme seu capitel:
Palmiforme - flores de palmeira;
Papiriforme - flores de papiro;
Lotiforme - flor de lótus.
Os escultores egípcios representavam os faraós e os deuses em posição serena, muitas vezes de frente, sem demonstrar nenhuma emoção. Pretendiam com isso traduzir, na pedra, uma ilusão de imortalidade. Com esse objetivo ainda, exageravam freqüentemente as proporções do corpo humano, dando às figuras representadas uma impressão de força e de majestade.
Lei da frontalidade: a representação das figuras humanas seguem normas: a cabeça é mostrada de perfil, os olhos de frente, as pernas de perfil e o tronco de frente;
O tamanho das pessoas representadas varia de acordo com sua posição social. Ex:.o faraó é representado bem maior que sua esposa, vindo, em seguida o sacerdote, o escriba, os soldados e o povo;
As decorações são feitas com hieróglifos, pinturas e relevos;
As figuras representadas são rígidas, em absoluto repouso;
A pintura é harmoniosa, assim como a escultura, e a arquitetura. As figuras masculinas são pintadas em vermelho e as femininas em ocre;
São utilizadas formas piramidais e simétricas;
Na arquitetura destacam -se as construções dos grandes templos e tumbas.
As características gerais da arquitetura egípcia são:
Solidez e durabilidade;
Sentimento de eternidade;
Aspecto misterioso e impenetrável.
Os monumentos mais expressivos da arte egípcia são os túmulos e os templos. Divididos em três categorias:
Pirâmide - túmulo real, destinado ao faraó;
Mastaba - túmulo para a nobreza;
Hipogeu - túmulo destinado à gente do povo.
Os tipos de colunas dos templos egípcios são divididos conforme seu capitel:
Palmiforme - flores de palmeira;
Papiriforme - flores de papiro;
Lotiforme - flor de lótus.
Os escultores egípcios representavam os faraós e os deuses em posição serena, muitas vezes de frente, sem demonstrar nenhuma emoção. Pretendiam com isso traduzir, na pedra, uma ilusão de imortalidade. Com esse objetivo ainda, exageravam freqüentemente as proporções do corpo humano, dando às figuras representadas uma impressão de força e de majestade.
Arte Grega
A arte grega é voltada para a inteligência, pois seus reis dedicavam-se ao bem-estar do povo.Sempre em busca da perfeição, o artista grego desenvolve uma arte intelectual é predominada pelo equilíbrio, o ritmo e a harmonia. O artista grego é racionalista, tem amor pela beleza, exalta o homem e a democracia.As façanhas dos deuses e heróis, em honra dos quais foram erguidos templos em todo o mundo grego, constituíram os temas de quase todas as obras dos artistas gregos.Os gregos destacaram-se principalmente na arquitetura. Houve três estilos arquitetônicos na Grécia Antiga:
o dórico, caracterizado pela sobriedade das linhas e solidez das construções;
o jônico, um estilo elegante e leve;
o coríntio, caracterizado por um capitel ornamentado em forma de folhas.
O mais notável conjunto arquitetônico era o da Acrópole, em Atenas, mandado construir por Péricles; e o mais importante é o Partenon de Atenas.Os teatros eram construídos em lugares abertos que se compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um dos teatros mais famosos e de melhor acústica é o Epidauro, que era constituído de 55 degraus e tinha capacidade para 14.000 pessoas.A pintura grega destaca-se como arte decorativa da cerâmica, representando cenas mitológicas e costumes gregos. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação, para servir bem à função, eram utilizados para armazenar mantimentos e para a realização de rituais religiosos.
Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo e duas asas;
Hidra - (água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
Cratera - tinha a boca bastante larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho, hábito muito comum dentre os gregos, visto que os mesmos não bebiam água pura.
Na escultura, os gregos se inspiraram nos temas rurais, nos sentimentos humanos, em cenas desportivas e demais aspectos da vida diária. Os escultores que mais se destacaram foram Fídias e Míron.O antropomorfismo - esculturas de formas humanas - dominou o movimento estatuário grego. Além do equilíbrio e perfeição das formas, as estátuas adquiriam movimento.
o dórico, caracterizado pela sobriedade das linhas e solidez das construções;
o jônico, um estilo elegante e leve;
o coríntio, caracterizado por um capitel ornamentado em forma de folhas.
O mais notável conjunto arquitetônico era o da Acrópole, em Atenas, mandado construir por Péricles; e o mais importante é o Partenon de Atenas.Os teatros eram construídos em lugares abertos que se compunham de três partes: a skene ou cena, para os atores; a konistra ou orquestra, para o coro; o koilon ou arquibancada, para os espectadores. Um dos teatros mais famosos e de melhor acústica é o Epidauro, que era constituído de 55 degraus e tinha capacidade para 14.000 pessoas.A pintura grega destaca-se como arte decorativa da cerâmica, representando cenas mitológicas e costumes gregos. Os vasos gregos são também conhecidos não só pelo equilíbrio de sua forma, mas também pela harmonia entre o desenho, as cores e o espaço utilizado para a ornamentação, para servir bem à função, eram utilizados para armazenar mantimentos e para a realização de rituais religiosos.
Ânfora - vasilha em forma de coração, com o gargalo largo e duas asas;
Hidra - (água) tinha três asas, uma vertical para segurar enquanto corria a água e duas para levantar;
Cratera - tinha a boca bastante larga, com o corpo em forma de um sino invertido, servia para misturar água com o vinho, hábito muito comum dentre os gregos, visto que os mesmos não bebiam água pura.
Na escultura, os gregos se inspiraram nos temas rurais, nos sentimentos humanos, em cenas desportivas e demais aspectos da vida diária. Os escultores que mais se destacaram foram Fídias e Míron.O antropomorfismo - esculturas de formas humanas - dominou o movimento estatuário grego. Além do equilíbrio e perfeição das formas, as estátuas adquiriam movimento.
Arte Rupestre
A arte surgiu há 40 mil anos, no Paleolítico Superior, na maior revolução que o homem já experimentou - a que criou a humanidade. A arte surgiu no meio comportamentos do homem pré-histórico , que inclui técnicas de produção de artefatos, o uso de novas matérias-primas , nascimento de famílias, tipos de moradias e sepultamentos rituais. A produção do homem, pelo menos a que foi encontrada e conservada, é representada por objetos domésticos e religiosos: ferramentas, armas, figuras com simbologias específicas.As áreas da Europa de maior concentração de vestígios pré-históricos correspondem à Espanha, ao centro e ao sul da França e ao sul da Itália. Destaca-se em importância, pela quantidade e qualidade dos achados, as famosas cavernas de Castilho, Altamira e Lascaux, entre outras. Nelas foi descoberta uma quantidade considerável de pinturas rupestres em bom estado de conservação.
Fonte: http://www.spiner.com.br/modules.php?name=arteecultura&file=menu/movimentos/arterupestre
Fonte: http://www.spiner.com.br/modules.php?name=arteecultura&file=menu/movimentos/arterupestre
Bauhaus
A Bauhaus foi uma escola alemã de artes visuais e arquitetura, fundada em Weimar pelo arquiteto alemão Walter Gropius (1883-1969). Primeira escola de desenho industrial moderno, funciona de 1919 a 1933 com o objetivo de formar artistas capazes de ligar a arte à produção industrial. A Bauhaus (casa da construção) propõe uma arte funcional, e não apenas decorativa, que atenda às necessidades da sociedade industrial e torne mais harmonioso o cotidiano das pessoas. Posteriormente, o nome passa a identificar toda obra criada de acordo com os princípios da escola.Arte e técnica devem combinar-se em criações que associem harmonicamente pintura, escultura, arquitetura e desenho industrial. Os prédios, construídos de concreto aparente e vidro, são fruto de um planejamento racional, apresentam linhas retas e ambientes claros. Os artistas ligados à Bauhaus concebem, com os mesmos princípios, objetos de uso diário, como móveis, luminárias e até mesmo talheres. Os objetos são desenhados sem adornos, não existem detalhes inúteis ou que dificultem a confecção em série.Como a proposta é superar a distinção entre artesão e artista e ligar o autor à realidade cotidiana, todos os alunos recebem aulas de marcenaria, pintura, escultura, tipografia, trabalham com vidro e outros materiais. Artistas consagrados são professores nesses ateliês, como o suíço Paul Klee (1879-1940) e o russo Vassíli Kandínski (1866-1944).Em 1925, a Bauhaus muda-se de Weimar para Dessau, onde ocupa um edifício de concreto e vidro projetado por Gropius, considerado uma perfeita síntese da filosofia da escola. Em 1932 se transfere para Berlim e um ano depois é fechada pelo governo nazista. Os principais professores migram para os Estados Unidos (EUA), especialmente para Chicago, onde exercem grande influência sobre a arquitetura.
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