A Arte Gótica é a última manifestação da civilização medieval que conseguiu o mais perfeito equilíbrio de expressão. Originou-se na França e se espalhou por várias regiões. A primeira manifestação ocorreu no norte de Paris na Ile-de-France pelos anos de 1125 com a reconstrução da abadia de Saint -Denis feita pelo construtor Abage Suger.A designação do gótico surgiu no fim da Renascença italiana. Gótico quer dizer "bárbaro!" O estilo gótico foi na realidade um aprofundamento dos elementos básicos da Arte Românica, principalmente no que diz respeito à verticalidade. O clima religioso daquela época favoreceu a construção de edifícios bem mais altos, que refletiam o desejo de uma ascensão espiritual.
quarta-feira, 5 de agosto de 2009
Arte Romana
O aparecimento da cidade de Roma está envolto de lendas e mitos. A formação cultural do povo romano deveu-se principalmente aos gregos e etruscos. A arte romana sofreu fortes influências; a da arte etrusca popular voltada para a expressão da realidade vivida, e da grego-hilenística, orientada para a expressão de um ideal de beleza.A arte romana fala à alma por meio dos olhos e não pelo intelecto. Os romanos não eram artistas.Dois elementos arquitetônicos, deixados pelos etruscos, foram utilizados pelos romanos nas construções :- Arco- AbóbodaAs construções são monumentais e nelas a massa domina a linha. Os templos seguem os modelos etruscos, com influências gregas.A evolução da arquitetura romana reflete-se fundamentalmente em dois âmbitos principais: o das escolas públicas e o das obras particulares. As primeiras (por exemplo, templos, basílicas - locais de comercio e administração à justiça- , anfiteatros, arcos de triunfo, colunas comemorativas, termas - locais de banho - e edifícios administrativos) eram obras que apresentavam dimensões monumentais e quase sempre formavam um conglomerado desordenado em torno do fórum - ou praça pública - das cidades.Por outro lado, as segundas, moradias como os palácios urbanos e as vilas de veraneio da classe patrícia, se desenvolveram em regiões privilegiadas das cidades e em seus arredores, com uma decoração faustosa e distribuídas em torno de um jardim. A plebe, ao invés disso, vivia em construções de vários pavimentos chamados de insulae, muito parecidos com nossos atuais edifícios, com portas que davam acesso a sacadas e terraços, mas sem divisões de ambiente nesses recintos. Seus característicos tetos de telha de barro cozido ainda subsistem em pleno século XX.A engenharia civil merece um parágrafo à parte. Além de construir caminhos que ligavam todo o império, os romanos edificaram aquedutos que levavam água limpa até as cidades e também desenvolveram complexos sistemas de esgoto para dar vazão à água servida e aos dejetos das casas. O conceito de grande urbe que tinham os romanos definitivamente era muito semelhante ao que existe em nossos dias.A pintura romana sempre esteve estreitamente ligada à arquitetura, e sua finalidade era quase exclusivamente decorativa. A maior parte das pinturas romanas que conhecemos provém das cidades de Pompéia e Herculano, que foram soterradas pela erupção do Vesúvio em 79 d.C. Os estudiosos classificam as pinturas em quatro estilos:- Incrustação: recobriam as paredes de uma sala com uma camada de gesso pintado; que dava a impressão de placas de mármore.
- Monumental: criaram a ilusão do bloco saliente , surgindo a profundidade.
- Decorado: valorização a delicadeza dos pequenos detalhes (por volta do final do século I a.C.).
- Fantástico: ampliação do espaço com a delicadeza de pequenos detalhes.Os pintores misturavam realismo e imaginação, e suas obras ocupavam grandes espaços nas construções, completando ricamente a arquitetura. O mosaico foi o outro grande favorito na decoração de interiores romana. Os temas prediletos para a aplicação dessa complicada e minuciosa técnica foram, por um lado, o retrato, que podia ser bem pessoal ou apresentar um caráter familiar, e, por outro, as onipresentes cenas mitológicas, além das paisagens rurais ou das marinhas, com sua fauna e flora.Usavam as cores: preto, vermelho, amarelo e azul, em combinações quentes e vivas.Roma foi ornamentada por suas esculturas gregas até serem introduzidas duas grandes inovações: o retrato e o relevo histórico. Desapareceram as idealizações de heróis, que foram substituídos pelos retratos de personagens, os romanos retrataram os traços particulares de uma pessoaO relevo mitológico foi substituído por cenas esculpidas nos monumentos erguidos sobre fatos determinados como celebrar algum feito importante no Império Romano. A riqueza de detalhes era uma das características desse trabalho.Dentre os monumentos comemorativos destacam-se a Coluna de Trajano (construída no século I da era cristã e narra as lutas do imperador e dos exércitos romanos ns Dácia) e a Coluna de Marco Aurélio (cenas para celebrar êxito dos romanos contra o povo da Alemanha do Norte).
- Monumental: criaram a ilusão do bloco saliente , surgindo a profundidade.
- Decorado: valorização a delicadeza dos pequenos detalhes (por volta do final do século I a.C.).
- Fantástico: ampliação do espaço com a delicadeza de pequenos detalhes.Os pintores misturavam realismo e imaginação, e suas obras ocupavam grandes espaços nas construções, completando ricamente a arquitetura. O mosaico foi o outro grande favorito na decoração de interiores romana. Os temas prediletos para a aplicação dessa complicada e minuciosa técnica foram, por um lado, o retrato, que podia ser bem pessoal ou apresentar um caráter familiar, e, por outro, as onipresentes cenas mitológicas, além das paisagens rurais ou das marinhas, com sua fauna e flora.Usavam as cores: preto, vermelho, amarelo e azul, em combinações quentes e vivas.Roma foi ornamentada por suas esculturas gregas até serem introduzidas duas grandes inovações: o retrato e o relevo histórico. Desapareceram as idealizações de heróis, que foram substituídos pelos retratos de personagens, os romanos retrataram os traços particulares de uma pessoaO relevo mitológico foi substituído por cenas esculpidas nos monumentos erguidos sobre fatos determinados como celebrar algum feito importante no Império Romano. A riqueza de detalhes era uma das características desse trabalho.Dentre os monumentos comemorativos destacam-se a Coluna de Trajano (construída no século I da era cristã e narra as lutas do imperador e dos exércitos romanos ns Dácia) e a Coluna de Marco Aurélio (cenas para celebrar êxito dos romanos contra o povo da Alemanha do Norte).
Barroco
O estilo Barroco foi o que se manifestou em várias formas de arte na Europa Ocidental e na América Latina, da metade do século XVI ao final do século XVII. A arte barroca é monumental, plena de detalhes dramáticos, dando origem, no século XVIII, a um estilo menos elaborado, chamado Rococó.Contribuíram para a formação do estilo barroco três elementos da vida cultural da Europa ocidental. Primeiro, os artistas, a partir da segunda metade do século XVI, rebelaram-se contra a arte renascentista, que era contida e primava pela harmonia, simplicidade e equilíbrio simétrico. Os pintores, arquitetos e escultores barrocos conseguiram estabilizar-se em formas mais dramáticas e rebuscadas. Por exemplo, um arquiteto renascentista devia recorrer a elementos retangulares para alcançar perfeição e beleza. Os arquitetos barrocos, mais dramáticos, substituíram os elementos retangulares pelos curvos.Em segundo lugar, muitos soberanos europeus pretendiam um estilo artístico que exaltasse seus reinos. Magníficos palácios barrocos, como Versalhes, na França, e o Zwinger, na Alemanha, expressaram o poder e a autoridade do chefe de Estado.O terceiro elemento foi a Contra-Reforma nos séculos XVI (últimos anos) e XVII, que provocou um sentimento de exaltação religiosa em diversas partes da Europa. As igrejas barrocas representam o drama e a emoção desse movimento religioso.Costuma-se definir o Barroco europeu como a arte do esplendor. Há uma estreita relação entre o desenvolvimento desta e as riquezas (pedras e metais preciosos) das colônias recém-descobertas. Uma pequena minoria de pessoas abastadas da Itália, França, Inglaterra, Espanha e Países Baixos procurou apoiar artistas que refletissem em suas obras a opulência das grandes fortunas. No Brasil do século XVIII, a adoção do estilo Barroco vincula-se certamente com o descobrimento de minas e a conseqüente riqueza de algumas camadas da população. O Barroco brasileiro coincidiu com o nascimento da consciência nacional, ao mesmo tempo que a favoreceu. Contando com o apoio dos protetores das artes - paróquias, confrarias e associações religiosas - tornou-se a primeira possibilidade de expressão artística do país.
Classicismo
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O movimento denominado Classicismo é uma tendência artística e literária que resgata formas e valores greco-romanos da Antiguidade Clássica, especialmente da cultura grega entre os séculos VI a.C. e IV a.C. Essa retomada ocorre várias vezes no decorrer da história ocidental, inclusive na Idade Média. Entretanto, mostra-se mais intensa do século XIV ao XVI na Itália. Nas artes plásticas, na literatura e no teatro, o Classicismo coincide com o Renascimento. No século XVIII, a tendência se repete com o nome de Neoclassicismo. Na música erudita adquire características próprias e manifesta-se em meados do século XVIII.O Classicismo é profundamente influenciado pelos ideais humanistas, que colocam o homem como centro do Universo. Reproduz o mundo real, mas molda-o de acordo com o que se considera ideal. As obras refletem princípios como harmonia, ordem, lógica, equilíbrio, simetria, objetividade e refinamento. A razão é mais importante que a emoção.A adaptação aos ideais e aos problemas dos novos tempos faz com que o Classicismo não seja mera imitação da Antiguidade. Na época renascentista, por exemplo, a alta burguesia italiana em ascensão, na disputa por luxo e poder com a nobreza, identifica-se com os valores laicos da arte greco-romana.A música do Renascimento ainda não exibe as características do Classicismo. A simplicidade, a emoção contida e a clareza da forma clássica só aparecem nas composições após o Barroco, quando as outras artes já vivem o Neoclassicismo. A transição da música barroca para a clássica é feita sobretudo por Carl Philipp Emanuel Bach (1714-1788) e por Johann Christian Bach (1735-1782), filhos do compositor Johann Sebastian Bach (1685-1750). Os compositores passam a elaborar formas mais desenvolvidas, como a sinfonia e os concertos para instrumentos e orquestra. A sonata é a principal forma musical do período e um passo definitivo em direção à música tonal. Tem uma estrutura em três movimentos, com dois temas centrais desenvolvidos por meio de variações rítmico-melódicas e da modulação. Nela, os momentos de tensão e relaxamento se tornam a base da construção formal de obras para instrumento solo e para quarteto de corda, trio e orquestra. Os nomes que se destacam na música clássica são os austríacos Joseph Haydn (1732-1809) e Wolfgang Amadeus Mozart (1756-1791).
Construtivismo
O Construtivismo é o movimento das artes plásticas, do cinema e do teatro que ocorre basicamente na Rússia, com importante papel no apoio à Revolução Russa de 1917. Esse movimento defende a arte funcional, que deve atender às necessidades do povo.Desde 1913, o Construtivismo insere-se no grupo das artes de vanguarda e revolucionárias lideradas pelo teórico russo e poeta futurista Vladímir Maiakóvski (1893-1930). Depois da revolução, essas manifestações artísticas são oficialmente sustentadas pelo governo de Lênin. Após sua morte, o Construtivismo e as demais artes de vanguarda vêem-se reprimidas no país. A partir de então, inicia-se o realismo socialista.No Brasil, as tendências construtivistas encontram ressonância no movimento concretista.O Construtivismo russo começa nas artes plásticas por iniciativa do pintor Vladímir Tatlin (1885-1953). Seu grupo divulga que a arte precisa dar a idéia de revolução em andamento. Ela deve fabricar objetos para o povo, e não apenas luxo para os ricos. A pintura e a escultura precisam ser funcionais, por isso aparecem muito ligadas à arquitetura. A escultura é a grande forma de expressão, onde se destacam os irmãos Antoine Pevsner (1886-1962) e Naum Gabo (1890-1977).No cinema, os temas resumem-se às etapas da Revolução Russa e a seus ideais. O teórico e cineasta Serguei Eisenstein (1898-1948), diretor de "A Greve" (1924) e "Outubro" (1927), é o principal representante. Seus filmes pretendem induzir ao debate de idéias, e a montagem das cenas explora o contraste das imagens. Sua obra-prima, O "Encouraçado Potemkin" (1925), é uma homenagem aos 20 anos do levante popular russo de 1905, precursor da revolução.Em 1921, o cineasta Dziga Vertov (1895-1954) funda o grupo Kinoglaz (cinema-olho), que produz documentários sobre o cotidiano com filmagens ao ar livre e cuidadosa montagem. Entre suas principais obras estão "A Sexta Parte do Mundo" (1926) e "Um Homem com a Câmera" (1929).O Construtivismo no teatro reúne o estilo de cenografia e encenação desenvolvido por Vsévolod Meyerhold (1874-1940) a partir dos anos 20. O texto tem menos importância que os elementos não-verbais, como a expressão corporal. Cenários elaborados por pintores invadem a área da platéia e quebram a perspectiva convencional. As cenas são despojadas, e no palco há apenas os elementos indispensáveis ao trabalho dos atores
Dadaísmo
O Dadaísmo, movimento artístico e literário anárquico fundado em 1916 por artistas e intelectuais exilados na Suíça durante a I Guerra Mundial teve como fundadores: Hans Richter [1888-1976] e Raul Haussmann [1886-1971]. Por essa altura, publicaram-se numerosos manifestos Dada que proclamavam a espontaneidade, a liberdade e a anarquia absolutas do artista e consideravam a invenção pura, as leis do acaso e a permutação de formas antropomórficas e inanimadas muito importantes para o trabalho artístico. Mais tarde se expande por outros países da Europa e pelos Estados Unidos (EUA). Caracteriza-se pelo desejo de destruir as formas de arte institucionalizadas e de romper o limite entre as várias modalidades artísticas. Os artistas opõem-se à sociedade materialista, vista como fracassada por promover a guerra, e propõem ignorar o conhecimento até então acumulado pela humanidade.Acima de tudo, os dadaístas procuravam chocar a sociedade com uma extravagância deliberada. Devem ainda referir-se como precursores deste movimento: Marcel Duchamps [1887-1964], francês e Francis Picabia [1878-1953], de origem cubana, que inicialmente foram seguidores do Cubismo. O seu nome deriva de da-da, duas das primeiras sílabas a serem pronunciadas pelas crianças, segundo os seus autores. É um estilo entre o infantil e o burlesco [Duchamps, por exemplo, pintou a Gioconda com bigodes...]. Com Duchamps, as formas passam a ter um aspecto mais ou menos mecânico mas não são animadas de um movimento natural. Este artista pintou cerca de vinte quadros, a maior parte deles sobre vidro. Foi ele que imaginou os "ready-made", ou seja, simples objetos manufaturados, como por exemplo um abridor de garrafas ou um urinol, em que ele se limitava apenas a modificar-lhe um pequeno pormenor ou até a não mudar absolutamente nada. Isto levou a que, em 1962, numa carta que Duchamp escreveu a Richter desabafasse: "Quando descobri os ready-mades pensei que ia desencorajar os estetas... Atirei-lhes o porta-garrafas e o urinol à cara como um desafio e eles agora admiram-nos pela sua beleza estética". Picabia, grande humorista, levou mais longe ainda o seu desafio com as suas mistificações absurdas. Esta atitude é muito característica do Dadaísmo e revela o seu espírito de protesto e de provocação.Aliás, este movimento surge precisamente como uma reação às conseqüências nefastas da 1ª Grande Guerra Mundial. Perante o horror da guerra, viram-se forçados a reconhecer a fragilidade da civilização e dos seus valores. Por isso, os dadaístas entendiam como necessário fazer uma limpeza na arte, fazendo-a reviver, ou seja, começar tudo a partir do zero, defendendo assim a espontaneidade e a anarquia. Utilizavam qualquer tipo de material que encontrassem à mão.Atualmente os seus quadros são admirados nos museus e reproduzidos em livros e revistas de arte. Entre os seus principais adeptos, contam-se Tristian Tzara, de origem romena, Hugo Ball, alemão, Jean Arp, alsaciano, Max Ernst, alemão, e Man Ray, norte-americano.No seu início, os dadaístas chamaram a atenção de Picasso e de outros artistas cubistas, mas em breve manifestaram a sua oposição com firmeza. O movimento acabou por se desintegrar em 1922 e os seus adeptos foram aderindo a outros movimentos. Contudo, verificou-se um certo mérito neste movimento. Através da ironia e do absurdo, acabaram por provocar o desequilíbrio num determinado número de hábitos e idéias pré-concebidas enraizados na sociedade de então, que só dessa forma puderam ser alterados. Alguns dos seus elementos, do grupo dadaísta alemão, George Grosz [1893-1959] e Otto Dix [n.1891] criaram um outro movimento, denominado Nova Objetividade. Os temas tratados tinham um caráter amargo e satírico. Punha-se em causa a vida política e social, o caos e a hipocrisia da vida.
Fauvismo
O movimento artístico denominado Fauvismo surgiu em 1905, durante uma exposição que se realizou em Paris, no Salon d'Automne onde foram expostos quadros de livre interpretação e de um colorido gritante, rodeando uma escultura clássica, de grande sensibilidade, que representava uma criança. Este contraste tão violento, chamou a atenção de um crítico de arte que ali se tinha deslocado que, muito chocado, exclamou ironicamente "Donatello parmi les Fauves". Os autores das obras expostas, André Dérain [1880-1954], Kees van Dongen [1877-1968] e o flamengo Maurice Vlaminck [1876-1958], aproveitando a expressão, baptizaram este novo modelo de pintura com o nome de Fauvismo. Neste movimento, cada um estabelecia a sua própria definição de pintura. Há também uma interpretação livre da Natureza. Os Fauves vieram libertar os artistas de todas e quaisquer inibições ou convenções no uso da cor. Trata-se de um estilo vigoroso, quase frenético, no qual se nota o exagero na concentração de concepções estéticas dos vinte anos anteriores, levados as conseqüências mais extremas. Nele são utilizadas cores muito puras, vivas e primárias, contrastando umas com as outras. Dava-se grande importância à cor, muitas vezes em detrimento da forma, pela eliminação da perspectiva. As diferentes partes do corpo encontram-se nitidamente segmentadas, acentuando-se as articulações, o que nos faz lembrar as esculturas negro-africanas, recentemente descobertas. As linhas rítmicas ligam com grande dinamismo as diferentes partes das composições, estabelecendo entre elas uma forte e contínua tensão. Nota-se uma tendência para sugerir uma cena mais ampla do que a que se encontra representada, anulando-se alguns dos pormenores, como se o espetáculo estivesse a ser visto de uma janela. Quanto aos temas tratados, embora se interessassem pela figura humana, os Fauves foram essencialmente paisagistas. Gauguin foi o seu precursor. Neste movimento destacam-se: Henri Matisse, considerado "o rei das feras", Maurice de Vlaminck e Raoul Dufy.
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